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  • conectamos.

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    re-imaginamos.

    O qué é Colapso?

    É uma plataforma de acompanhamento artístico com um perfil multicultural e com o intuito de gerar redes críticas e afetivas entre artistas, agentes culturais e públicos. Propõe fortalecer as relações entre pessoas de diferentes contextos através da criação, investigação, discussão e divulgação de conhecimentos que envolvam especulação, experimentação, ficção e poética.

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COMO COLAPSAMOS

PRODUZIMOS


Apoiamos na criação, produção e divulgação de objetos e processos artísticos contemporâneos.

DIVULGAMOS


Damos apoio na divulgação de conhecimento científico através de organização de seminários, formações, debates e realização de atividades editoriais.

CONECTAMOS


Criamos laços que facilitam e fortalecem ligações entre artistas, curadores, investigadoras e outras geradoras de pensamento crítico e os públicos.

RE-IMAGINAMOS


Promovemos a reimaginação de condições laborais nas artes e na cultura, tal como a desierarquização dos modos de trabalho a partir da implementação de boas práticas associativas.

COLAPSA CONNOSCO / PROJETOS QUE ACOMPANHAMOS

ana & louise

PERFORMAR  O ARQUIVO  2025-2027

ESP

ANA & LOUISE es un proyecto desarrollado entre mujeres vivas y mujeres muertas, una sesión de espiritismo, una central de comunicaciones. Somos un grupo modular e interoceánico, que trabaja de manera asincrónica y en cuatro lenguas diferentes. 

Este proyecto surge como un espacio para investigar conjuntamente las historias de nuestras abuelas, nos acompañamos como creadoras y permitimos que cada una desarrolle su investigación de acuerdo a sus propias herramientas (demarcadas por la experiencia profesional de cada una). 


PARTNERS

Sortear uma Casa

Projeto parte da exposição itinerante: 

"Uma Revolução Assim" . 

Culturgest & Goethe Institut, Lisboa 2024

POR

Laboratório migrante de auto-edição sobre o colapso e a cidade em evaporação é um laboratório que visa trabalhar com os temas relacionados com a arquitectura, habitação e memória da revolução no contexto da migração global. O resultado deste Laboratório será apresentado nos dias 5 e 6 de outubro de 2024 num contexto do festival “Uma Revolução Assim Luta e Ficção: A Questão Da Habitação”.

Sortear uma casa! É uma referência às revistas femininas do início do século XX em Portugal, nas quais se publicitavam rifas de casas, carros, retrosarias, serviços de saúde, entre outros, mas o que significa hoje? Sortear uma casa implica uma mudança profunda de época, num momento de crise habitacional, em que as pessoas têm de resolver o colapso, perguntamo-nos como evitar, ultrapassar ou enfrentar as condições que definem o habitar das nossas casas e cidades? Quem as enfrenta e em que condições o fazemos?

Habitar a escrita converte-se numa forma de performar os nossos desejos de mudança: que cartografias desenhamos, onde voltamos a ter raízes, quais são as razões para nos deslocarmos e em que condições? Quem nomeia os nossos destinos e porquê?

Assim, focamo-nos nas ideias de colapso e da evaporação como experiências ambivalentes do desaparecimento do mundo que ativam um leque de acontecimentos para além da escala humana, mas que implicam olhar para circunstâncias locais baseadas nas múltiplas formas de deslocação que vive a cidade de Lisboa. Este contraste convida-nos a posicionar-nos perante os colapsos e as instabilidades, mas também a transformar o presente através do desejo e a construção de redes de apoio mútuo.


CONVIDADXS

Yohanna M. Roa é uma artista visual feminista-transcultural, historiadora de arte, curadora e crítica de arte baseada em Nova York. Ela é doutora em História e Teorias Críticas da Arte da Universidade Iberoamericana, México, reconhecida com a tese Cum Laude. Tem um mestrado em Estudos sobre Mulheres e Gênero pelo CUNY Graduate Center e um mestrado em Artes Visuais pela Universidade Nacional Autônoma do México. Sua performance mais recente ocorreu no Museu Thyssen-Bornemisza em Madrid em 2024. Seu trabalho artístico foi estudado, publicado e discutido por diversos estudiosos e publicações, incluindo Karen Cordero para a 109ª Conferência Anual da CAA em 2021, em “Revaluing Feminine Trajectories and Stitching Alternative Genealogies in the Work of Yohanna Roa”, e Natalia De la Rosa em "Yohanna M Roa, Mulher Têxtil", publicado na Revista Casa del Tiempo, entre outros. Yohanna colabora com o Art Nexus e o WhiteHot Magazine. Atualmente, é curadora e programadora da WhiteBox NY.

Cláudia Madeira é professora associada com agregação e investigadora no ICNOVA (onde é vice-coordenadora do Grupo Performance & Cognição) na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Colabora também como investigadora no Centro de Estudos Teatrais (CET/FLUL). Cláudia concluiu um programa de pós-doutoramento, Arte Social. Arte Performativa? (2009-12) e é doutorada em Sociologia sobre Hibridismo nas Artes Performativas em Portugal (2007) pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Além de vários artigos sobre novas formas de hibridismo e performatividade nas artes, é autora de Performance Art in Portugal (Routledge 2023), Arte da Performance made in Portugal (ICNOVA Ebook 2020). Híbrido. Do Mito ao Paradigma Invasor? (Mundos Sociais 2010) e Novos Notáveis: os Programadores Culturais (CELTA 2002). Cláudia leciona nos cursos de licenciatura e mestrado em Artes Cénicas do Departamento de Ciências da Comunicação da NOVA FCSH.

Ana Gariso é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas e mestre em Programação e Gestão Cultural. Atualmente está no último ano do doutoramento em Ciências da Comunicação, especialização em Comunicação e Arte na FCSH. A sua investigação dedica-se a refletir sobre as dinâmicas de criação de espaço visual urbano nas cidades de Lisboa e Bolonha a partir da tensão entre street art, graffiti writing e políticas públicas. Trabalha nas áreas das Ciências Sociais com ênfase nas Ciências da Comunicação, Estudos Urbanos e Cultura Visual. Termos frequentes no âmbito da produção científica: comunicação; sociologia urbana; cultura visual; arte pública; street art; graffiti.

Patrícia Pereira é doutorada em Sociologia pela Universidade Nova de Lisboa (2013), com uma pesquisa sobre gentrificação, memória urbana e espaços públicos em Lisboa. Atualmente, é Investigadora Auxiliar no polo do Instituto Politécnico de Leiria/Escola de Educação e Ciências Sociais do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA IPLeiria/ESECS), onde desenvolve pesquisa qualitativa na área da Sociologia Urbana sobre despejos, resistência, quotidiano, espaços públicos e movimentos de base local. Especializou-se em métodos qualitativos, incluindo etnografia e entrevistas em profundidade, com um interesse crescente em métodos criativos. Em 2024, tornou-se Diretora da Revista Fórum Sociológico.

PARTNERS

curatorialedades

Ciclo de conversas com convidados: 

Emilio Tarazona "Evolução-Extinção" . Ateliéres Arteria/ Hangar,  Lisboa Outubro-2023

Fabián Villegas "Rumores; epistemologías racilizadas y saberes anticoloniales". Nowhere, Lisboa Fevereiro -2024


Quais os desafios que curadoria tem dentro das suas próprias fronteiras? Quais são os territórios que curadoria desenha? Será que curadoria se propõe como um espaço conceitual de geografias paralelas e contraditórias do lugar que habitam?  A partir da experiência de diferentes curadores, reflectiremos sobre territórios imaginados, figurações de estados-nações, percepções do espaço, utopias e distopias.

Repensar as fronteiras ténues da curadoria convida-nos, sem dúvida, a ligarmo-nos aos processos sociais e à questão do corpo num espaço específico. Os processos migratórios, as deslocações voluntárias e involuntárias, os territórios transnacionais que expandem para além das fronteiras oficiais - todas estas questões transformam as relações entre o que é pensado e exposto, bem como os próprios métodos curatoriais.

Falamos de cidades em evaporação porque vivemos cada vez mais em lugares de negação, espaços de esvaziamento da vida quotidiana e áreas de captação territorial para os jogos especulativos da urbanização imobiliária, do turismo, da privatização e das ilusórias "ecologias" verdes. O espaço urbano -- Lisboa como outras cidades -- tornou-se um arranjo urbanístico dissonante das nossas necessidades e encontra-se cada vez mais permeado pelas lógicas da especulação e do poder financeiro.



Curatorialidades #1  com  Emilio TArazona

26 de out. de 2023
19h00

Atelier Artéria
Estr. de Benfica 255C, 1500-071 Lisboa, Portugal

Emilio Tarazona é investigador e curador peruano radicado em Bogotá, Colômbia. Foi curador de exposições como Accionismo en el Perú. 1965-2000 e A persistência do efémero. Orígenes del no-objetualismo peruano: happenings / ambientaciones / arte conceptual (1965-1975). Na Colômbia, tem sido curador de exposições como Cuerpo en Disolvencia. Fluxos, Secreções, Resíduos. Arte Colombiano Contemporáneo (2013), ¡Otros Mundos, Ahora! (ArteCámara, Bogotá, 2016) e Colombianización de Nadia Granados (2022). É autor da investigação intitulada Colombofilia & Colombofóbia, iniciada em 2006. Mais recentemente, integrou o programa público da exposição Earthkeeping, Earthshaking - arte, feminismos e ecologia, realizada nas Galerias Municipais de Lisboa.


Curatorialidades #2  com  FabiAn Villegas


28 de fev. de 2024
19h00

NowHere, Rua da Cruz dos Poiais 6, 1200-350 Lisboa, Portugal

Fabián Villegas é escritor, jornalista e curador independente. O seu corpo de trabalho interrelaciona os estudos do Sul Global e o pensamento anti-colonial. É cofundador de Contranarrativas, um projeto global horizontal e colaborativo de produção descentralizada de conhecimento, gestão cultural e comunicação livre comprometido com a visibilidade, disseminação e produção de epistemologias anti-racistas, narrativas anti-coloniais e estéticas a partir da experiência do Sul Global. Desde 2007, Fabián Villegas tem participado de múltiplas palestras, seminários, conferências e workshops em várias universidades e centros académicos, bienais de arte e centros culturais comunitários em diferentes partes do mundo (México, França, Brasil, Emirados Árabes, Marrocos, Porto Rico, Portugal, Uruguai, Costa Rica, Espanha, Guatemala, EUA, Reino Unido, Nigéria, entre outros). Autor dos livros “En Blanco y Prieto, Itinerario geopolítico de la decolonialidad” (2014), “Mascarada, corpo-políticas y lenguajes de madera” (2015) e “Rumores” (2021). Nascido na Cidade do México, Villegas vive atualmente na República Dominicana.


PARTNERS


ESTREIA | PREMIERE: 24 de Junho de 2023 (NowHere, Lisboa)

Projeto apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.




é uma pesquisa longa, a muitas mãos, que desaguou numa ação e se vai lentamente transformando numa instalação. A investigação procura mapear relações e criar ligações, habitando e navegando o que é ambíguo, ineficiente, podre, desapercebido e imaginado.

É um convite para olhar para o movimento de processos e práticas de tricô, fermentação e compostagem, procurando ligação a um tempo mais lento.

Tecer um suporte para contradições

Tecer para encontrar formas de continuar

Tecer como quem tropeça

Tecer para encontrar repouso

Tecer pelo prazer de ações repetitivas

Ações repetitivas de tecelagem modificam o espaço da galeria e sobrepõem camadas com um convite para entrar e ficar


CRIAÇÃO E PERFORMANCE | CONCEPT AND PERFORMANCE
Bárbara Cordeiro & Katinka Wissing 

COLABORAÇÃO E PERFORMANCE | COLLABORATION AND PERFORMANCE
Laure Fleitz

CENOGRAFIA E DESIGN | SCENOGRAPHY AND DESIGN
Rafaela Salgueiro

COLABORADORES DE INVESTIGAÇÃO | RESEARCH COLLABORATORS
Bartosz Ostrowski, Ritó Natálio, Rebecca Mateus, Roberto Dagô

APOIO DRAMATÚRGICO | DRAMATURGICAL SUPPORT
Marta Aksztin

PRODUÇÃO | PRODUCTION
Colapso Plataforma Criativa

DESENHO | DESIGN
Valentina Bedoya

PARCEIROS | PARTNERSHIPS
Forum Dança
Cão Solteiro . residências 120
NowHere Lisboa



PARTNERS

Jchabivanejetic ta ac’ubal

GUARDIÕES DA NOITE, 2022

QUEM SOMOS?

Investigadora de artes performativas com prática artística nas artes visuais e performativas, colaborações comunitárias e interdisciplinares. Membro do Cosmos, coletivo artístico. Atualmente desenvolve um doutoramento em Artes Performativas (UL, Portugal). Fez parte de projectos de cooperação artística internacional tais como Sinfonía Trópico 2015, Share more 2016 e Working Voices 2013. Foi conselheira em pedagogia artística do Instituto Distrital de las Artes (2016), Centro Ático (2015) e Secretaria de Educación (2015) em Bogotá (Colombia).

Formada em publicidade e licenciada em Comunicação com foco na comunicação corporativa (Universidad del Pacífico, Chile, 2014) a que têm sido levada na prática em diferentes áreas do marketing nas empresas, além da sua experiência com agências de publicidade. 
Representante de artistas em Portugal (Paula Garrido, Ignacio Kenchiton, Gerar McCarey e Fabián Ciraolo), coordenadora, attaché e produtora dos projetos Naturaleza 3D (2019) e Andes 3D (2023).

Investigadora e curadora independente com foco na arte contemporânea, o arquivo e a performance. É mestre em Ciências da Comunicação e Artes pela Universidade Nova de Lisboa. Foi curadora de Wellenschlagen/Ondas em expansão no Instituto de Cultura Mexicana em Viena. Foi co-editora de "Cuerpo Pólvora", edição no.15 da revista Terremoto.mx. Foi investigadora e coordenadora do programa educativo "Mesas de diálogo: Performance en revisión 1990-2019" organizado por Local 21 arte.

Artista de teatro, dramaturgista e agente cultural. Desenvolve projetos de cruzamento disciplinar do espectro da performatividade e arte instalativa. Formada em Estudos Culturais (Faculdade de Estudos Individuais Interdisciplinares em Ciências Humanas e Sociais da Universidade de Varsóvia, 2014), Encenação e Dramaturgia (Academia das Artes Teatrais em Cracóvia, 2017) e em Gestão e Produção das Artes do Espectáculo (Forum Dança, Lisboa 2020). A sua pesquisa baseia-se nas questões de memória e construção de narrativa.

Graphic designer, formada em desenho e comunicação visual (Universidade Pontifícia Bolivariana em Medellín, 2015 e Escola Superior de Desenho de Barcelona, 2018). Trabalha na área de web design, desenvolvendo identidades visuais e conceitos criativos nos contextos corporativo e cultural. Nos anos 2021-2022 envolvida no coletivo social Urbem Forest (Lisboa).