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What is Colapso?

Colapso (Portuguese for Collapse) is a platform for artistic accompaniment created with the intention of generating critical and affective networks between artists, cultural agents and audiences. It aims to strengthen relationships among people from different contexts through creative processes, research, discussion and knowledge sharing that involves speculation, experimentation, fiction and poetics.

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HOW DO WE COLAPSE?

How do we Colapse?

We provide support to artists from performing and visual arts fields and accompany them throughout diverse stages of the creative process. The help we provide consists of artistic mentorship, namely dramaturgical or curatorial guidance, project management or production services, including grant applications, project development or circulation.


CONNECT

We create links that facilitate and strengthen connections between artists, curators, researchers or other critical thinkers and audiences.

SHARE

We support scientific knowledge sharing by organizing seminars, workshops, debates and by developing publishing activities.

PRODUCE

We accompany the creative processes of contemporary artistic objects that go beyond hegemonic narratives.

RE-IMAGINE


We promote the reimagining of working conditions in arts and culture, as well as the de-hierarchization of work modes through the implementation of good associative practices.

Collapse  with  us

Do you have an artistic project in the visual or performing arts area that you would like to develop? We give a hand to artists and their projects in various stages of production from the very beginning (conceptualization of the project, grant applications) to the final presentation and circulation of the piece.

What can we offer?

  • Dramaturgical or curatorial mentorship

  • Communication advisory

  • Promotion of your event

  • Project management advisory.

COLAPSE WITH US / PROJETS WE SUPPORT

ana & louise

PERFORMAR EL ARCHIVO,  2025-2027

ESP

ANA & LOUISE es un proyecto desarrollado entre mujeres vivas y mujeres muertas, una sesión de espiritismo, una central de comunicaciones. Somos un grupo modular e interoceánico, que trabaja de manera asincrónica y en cuatro lenguas diferentes. 

Este proyecto surge como un espacio para investigar conjuntamente las historias de nuestras abuelas, nos acompañamos como creadoras y permitimos que cada una desarrolle su investigación de acuerdo a sus propias herramientas (demarcadas por la experiencia profesional de cada una). 


PARTNERS

Sortear uma Casa

Projeto parte da exposição itinerante: 

"Uma Revolução Assim" . 

Culturgest & Goethe Institut, Lisboa 2024

POR

Laboratório migrante de auto-edição sobre o colapso e a cidade em evaporação é um laboratório que visa trabalhar com os temas relacionados com a arquitectura, habitação e memória da revolução no contexto da migração global. O resultado deste Laboratório será apresentado nos dias 5 e 6 de outubro de 2024 num contexto do festival “Uma Revolução Assim Luta e Ficção: A Questão Da Habitação”.

Sortear uma casa! É uma referência às revistas femininas do início do século XX em Portugal, nas quais se publicitavam rifas de casas, carros, retrosarias, serviços de saúde, entre outros, mas o que significa hoje? Sortear uma casa implica uma mudança profunda de época, num momento de crise habitacional, em que as pessoas têm de resolver o colapso, perguntamo-nos como evitar, ultrapassar ou enfrentar as condições que definem o habitar das nossas casas e cidades? Quem as enfrenta e em que condições o fazemos?

Habitar a escrita converte-se numa forma de performar os nossos desejos de mudança: que cartografias desenhamos, onde voltamos a ter raízes, quais são as razões para nos deslocarmos e em que condições? Quem nomeia os nossos destinos e porquê?

Assim, focamo-nos nas ideias de colapso e da evaporação como experiências ambivalentes do desaparecimento do mundo que ativam um leque de acontecimentos para além da escala humana, mas que implicam olhar para circunstâncias locais baseadas nas múltiplas formas de deslocação que vive a cidade de Lisboa. Este contraste convida-nos a posicionar-nos perante os colapsos e as instabilidades, mas também a transformar o presente através do desejo e a construção de redes de apoio mútuo.


CONVIDADXS

Yohanna M. Roa é uma artista visual feminista-transcultural, historiadora de arte, curadora e crítica de arte baseada em Nova York. Ela é doutora em História e Teorias Críticas da Arte da Universidade Iberoamericana, México, reconhecida com a tese Cum Laude. Tem um mestrado em Estudos sobre Mulheres e Gênero pelo CUNY Graduate Center e um mestrado em Artes Visuais pela Universidade Nacional Autônoma do México. Sua performance mais recente ocorreu no Museu Thyssen-Bornemisza em Madrid em 2024. Seu trabalho artístico foi estudado, publicado e discutido por diversos estudiosos e publicações, incluindo Karen Cordero para a 109ª Conferência Anual da CAA em 2021, em “Revaluing Feminine Trajectories and Stitching Alternative Genealogies in the Work of Yohanna Roa”, e Natalia De la Rosa em "Yohanna M Roa, Mulher Têxtil", publicado na Revista Casa del Tiempo, entre outros. Yohanna colabora com o Art Nexus e o WhiteHot Magazine. Atualmente, é curadora e programadora da WhiteBox NY.

Cláudia Madeira é professora associada com agregação e investigadora no ICNOVA (onde é vice-coordenadora do Grupo Performance & Cognição) na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Colabora também como investigadora no Centro de Estudos Teatrais (CET/FLUL). Cláudia concluiu um programa de pós-doutoramento, Arte Social. Arte Performativa? (2009-12) e é doutorada em Sociologia sobre Hibridismo nas Artes Performativas em Portugal (2007) pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Além de vários artigos sobre novas formas de hibridismo e performatividade nas artes, é autora de Performance Art in Portugal (Routledge 2023), Arte da Performance made in Portugal (ICNOVA Ebook 2020). Híbrido. Do Mito ao Paradigma Invasor? (Mundos Sociais 2010) e Novos Notáveis: os Programadores Culturais (CELTA 2002). Cláudia leciona nos cursos de licenciatura e mestrado em Artes Cénicas do Departamento de Ciências da Comunicação da NOVA FCSH.

Ana Gariso é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas e mestre em Programação e Gestão Cultural. Atualmente está no último ano do doutoramento em Ciências da Comunicação, especialização em Comunicação e Arte na FCSH. A sua investigação dedica-se a refletir sobre as dinâmicas de criação de espaço visual urbano nas cidades de Lisboa e Bolonha a partir da tensão entre street art, graffiti writing e políticas públicas. Trabalha nas áreas das Ciências Sociais com ênfase nas Ciências da Comunicação, Estudos Urbanos e Cultura Visual. Termos frequentes no âmbito da produção científica: comunicação; sociologia urbana; cultura visual; arte pública; street art; graffiti.

Patrícia Pereira é doutorada em Sociologia pela Universidade Nova de Lisboa (2013), com uma pesquisa sobre gentrificação, memória urbana e espaços públicos em Lisboa. Atualmente, é Investigadora Auxiliar no polo do Instituto Politécnico de Leiria/Escola de Educação e Ciências Sociais do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.NOVA IPLeiria/ESECS), onde desenvolve pesquisa qualitativa na área da Sociologia Urbana sobre despejos, resistência, quotidiano, espaços públicos e movimentos de base local. Especializou-se em métodos qualitativos, incluindo etnografia e entrevistas em profundidade, com um interesse crescente em métodos criativos. Em 2024, tornou-se Diretora da Revista Fórum Sociológico.

PARTNERS

curatorialedades

Ciclo de conversas com convidados: 

Emilio Tarazona "Evolução-Extinção" . Ateliéres Arteria/ Hangar,  Lisboa Outubro-2023

Fabián Villegas "Rumores; epistemologías racilizadas y saberes anticoloniales". Nowhere, Lisboa Fevereiro -2024


Quais os desafios que curadoria tem dentro das suas próprias fronteiras? Quais são os territórios que curadoria desenha? Será que curadoria se propõe como um espaço conceitual de geografias paralelas e contraditórias do lugar que habitam?  A partir da experiência de diferentes curadores, reflectiremos sobre territórios imaginados, figurações de estados-nações, percepções do espaço, utopias e distopias.

Repensar as fronteiras ténues da curadoria convida-nos, sem dúvida, a ligarmo-nos aos processos sociais e à questão do corpo num espaço específico. Os processos migratórios, as deslocações voluntárias e involuntárias, os territórios transnacionais que expandem para além das fronteiras oficiais - todas estas questões transformam as relações entre o que é pensado e exposto, bem como os próprios métodos curatoriais.

Falamos de cidades em evaporação porque vivemos cada vez mais em lugares de negação, espaços de esvaziamento da vida quotidiana e áreas de captação territorial para os jogos especulativos da urbanização imobiliária, do turismo, da privatização e das ilusórias "ecologias" verdes. O espaço urbano -- Lisboa como outras cidades -- tornou-se um arranjo urbanístico dissonante das nossas necessidades e encontra-se cada vez mais permeado pelas lógicas da especulação e do poder financeiro.



Curatorialidades #1  com  Emilio TArazona

26 de out. de 2023
19h00

Atelier Artéria
Estr. de Benfica 255C, 1500-071 Lisboa, Portugal

Emilio Tarazona é investigador e curador peruano radicado em Bogotá, Colômbia. Foi curador de exposições como Accionismo en el Perú. 1965-2000 e A persistência do efémero. Orígenes del no-objetualismo peruano: happenings / ambientaciones / arte conceptual (1965-1975). Na Colômbia, tem sido curador de exposições como Cuerpo en Disolvencia. Fluxos, Secreções, Resíduos. Arte Colombiano Contemporáneo (2013), ¡Otros Mundos, Ahora! (ArteCámara, Bogotá, 2016) e Colombianización de Nadia Granados (2022). É autor da investigação intitulada Colombofilia & Colombofóbia, iniciada em 2006. Mais recentemente, integrou o programa público da exposição Earthkeeping, Earthshaking - arte, feminismos e ecologia, realizada nas Galerias Municipais de Lisboa.


Curatorialidades #2  com  FabiAn Villegas


28 de fev. de 2024
19h00

NowHere, Rua da Cruz dos Poiais 6, 1200-350 Lisboa, Portugal

Fabián Villegas é escritor, jornalista e curador independente. O seu corpo de trabalho interrelaciona os estudos do Sul Global e o pensamento anti-colonial. É cofundador de Contranarrativas, um projeto global horizontal e colaborativo de produção descentralizada de conhecimento, gestão cultural e comunicação livre comprometido com a visibilidade, disseminação e produção de epistemologias anti-racistas, narrativas anti-coloniais e estéticas a partir da experiência do Sul Global. Desde 2007, Fabián Villegas tem participado de múltiplas palestras, seminários, conferências e workshops em várias universidades e centros académicos, bienais de arte e centros culturais comunitários em diferentes partes do mundo (México, França, Brasil, Emirados Árabes, Marrocos, Porto Rico, Portugal, Uruguai, Costa Rica, Espanha, Guatemala, EUA, Reino Unido, Nigéria, entre outros). Autor dos livros “En Blanco y Prieto, Itinerario geopolítico de la decolonialidad” (2014), “Mascarada, corpo-políticas y lenguajes de madera” (2015) e “Rumores” (2021). Nascido na Cidade do México, Villegas vive atualmente na República Dominicana.


PARTNERS

é uma pesquisa longa, a muitas mãos, que desaguou numa ação e se vai lentamente transformando numa instalação. A investigação procura mapear relações e criar ligações, habitando e navegando o que é ambíguo, ineficiente, podre, desapercebido e imaginado.

É um convite para olhar para o movimento de processos e práticas de tricô, fermentação e compostagem, procurando ligação a um tempo mais lento.

Tecer um suporte para contradições

Tecer para encontrar formas de continuar

Tecer como quem tropeça

Tecer para encontrar repouso

Tecer pelo prazer de ações repetitivas

Ações repetitivas de tecelagem modificam o espaço da galeria e sobrepõem camadas com um convite para entrar e ficar


CRIAÇÃO E PERFORMANCE | CONCEPT AND PERFORMANCE
Bárbara Cordeiro & Katinka Wissing 

COLABORAÇÃO E PERFORMANCE | COLLABORATION AND PERFORMANCE
Laure Fleitz

CENOGRAFIA E DESIGN | SCENOGRAPHY AND DESIGN
Rafaela Salgueiro

COLABORADORES DE INVESTIGAÇÃO | RESEARCH COLLABORATORS
Bartosz Ostrowski, Ritó Natálio, Rebecca Mateus, Roberto Dagô

APOIO DRAMATÚRGICO | DRAMATURGICAL SUPPORT
Marta Aksztin

PRODUÇÃO | PRODUCTION
Colapso Plataforma Criativa

DESENHO | DESIGN
Valentina Bedoya

PARCEIROS | PARTNERSHIPS
Forum Dança
Cão Solteiro . residências 120
NowHere Lisboa


ESTREIA | PREMIERE: 24 de Junho de 2023 (NowHere, Lisboa)

Projeto apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.



PARTNERS

Jchabivanejetic ta ac’ubal
(GUARDIANS OF THE NIGHT)


é um ensaio do fotógrafo argentino Mauricio Centurión que — através da intensidade da luz e sombra — retrata a vida nas comunidades zapatistas do México, e dos povos indígenas de Acteal, localizados no sudeste do México


Em terras Zapatistas nada acontece como planeado. Desde que o fotógrafo chegou às montanhas de Chiapas em 2017 com um projeto fixo em mente, percebeu que os tempos de Zapatista são diferentes, tempos simultâneos, em espiral e de regresso a emoções mais pessoais. Os Zapatistas caminham os seus sonhos e perguntam-lhe de coração para coração: onde estão as suas dores? quando estão as suas esperanças? O livro amostra imagens nas que as forças e as dores que se entrelaçam.


No ano de 2022 houveram duas apresentações do livro em Lisboa: na Cinemateca Portuguesa e no espaço da Zona Franca, junto com a apresentação do filme Lupita, que Retira la Tierra de Monica Wise Robles que narra a resistência após o Massacre de Acteal, Chiapas, México.

Esta primeira edição do livro foi produzida a partir de Portugal e realizada em colaboração com SlumilCinko, Zona Franca e Cinemateca Portuguesa.

entrevista a Mauricio Centurion

https://youtu.be/VKF6cYYsizo



ABOUT US

Performing arts researcher with artistic practice in visual and performing arts, community and interdisciplinary collaborations. Member of Cosmos, artistic collective. PhD in Performing Arts (UL, Portugal). She was part of international artistic cooperation projects such as Sinfonía Trópico 2015, Share more 2016 and Working Voices 2013. She was an advisor in artistic pedagogy at the Instituto Distrital de las Artes (2016), Centro Ático (2015) and Secretaria de Educación (2015) in Bogotá (Colombia).

Graduated in Communication with a focus on corporate communication (Universidad del Pacífico, Chile, 2014) to which have been taken in practice in different areas of marketing in companies, in addition to her experience with advertising agencies. Representative of artists in Portugal (Paula Garrido, Ignacio Kenchiton, Gerar McCarey and Fabián Ciraolo), coordinator, attaché and producer of the projects Naturaleza 3D (2019) and Andes 3D (2023).

Independent researcher, curator and writer, with a focus on contemporary art, archive and performance art. Recently she was the curator of Wellenschlagen - Expanding Waves in the Mexican Cultural Institute in Vienna. Co-editor of the 15 edition (Cuerpo Pólvora) of the Terremoto magazine. Researcher of the educative programme Mesas de diálogo: Performance en revisión 1990 - 2019. Memoria y archivo desde el arte acción, la performance y la documentación en México.

Theater artist, dramaturgist and cultural agent. Develops projects at disciplinary intersection of the spectrum of performativity and installation art. She graduated in Cultural Studies (Faculty of Interdisciplinary Individual Studies in Humanities and Social Sciences at the University of Warsaw, 2014), Directing and Dramaturgy (Academy of Theatre Arts in Cracow, 2017) and in Management and Production of Performing Arts (Fórum Dança, Lisbon 2020). Her artistic research is based on memory and narrative construction.

 Graphic designer, graduated in design and visual communication (Universidad Pontificia Bolivariana in Medellín, 2015 and Escuela Superior de Diseño de Barcelona, 2018). Works in web design, developing visual identities and creative concepts in corporate and creative contexts. In 2021-2022 participated in the social collective Urbem Forest (Lisbon).